terça-feira, 23 de novembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

RS, Minha Pátria!

Depois de mto tempo sem escrever aqui, recebi um email com um texto que me deixou prá lá de orgulhosa. Os gaúchos são constantemente alvo de piadinhas difamadoras, principalmente de paulistas, e agora um paulista nos elogia e mostra ao País a importância de nossa cultura e senso de patriotismo.

Pois é.

O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos.

Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que horror'.

Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'.

Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que absurdo'.

Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem 'que baixaria'.

Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'. Do ressentimento passivo à participação ativa'.

Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.

Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa.

Abriram com o Hino Nacional.

Todos em pé, cantando.

Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.

Fiquei curioso. Como seria o hino?

Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra!

'Como a aurora precursora / do farol da divindade, / foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade '. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.

Com garrafa de água quente e tudo.

E oferece aos que estão em volta.

Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.

E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.

Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'.

Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.

Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é...

Foi então que me deu um estalo.

Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' se transformarão em participação ativa?

De onde virá o grito de 'basta' contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?

De São Paulo é que não será.

Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo.

Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.

São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.

Cada um por si e o todo que se dane.

E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.

Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre.

Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.

Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.

De minha parte, eu acrescentaria, ainda:

'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'

Arnaldo Jabor

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Vera Loca - Velocidade

Sei que aos meus amigos é a música do momento da Vera Loca, mas preciso dividir com vcs esse clip que eu amooooooooooooo, e que na minha opinião ficou NINJAAAAAA.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Azaração sem noção. Eu não!

Eu não entendo o que há com essa gente. A garota tá na balada, sozinha ou com galera, e o cara tá do outro lado da pista fazendo “zoinho”, ela corresponde com um “zoinho-to-a-fim” e ele continua do outro lado, por hrs, fazendo caras e bocas sexys. Ele espera que ela atravesse a pista e diga “Oi, pode me comer agora”. Idiota! Se a mulher corresponder ao seu olhar, vá até ela, se apresente com educação e fale coisas interessantes.

Outro tipo impagável é aquele que chega até a garota e diz: “Vc é a mulher mais linda da festa”. Arg...que falta de criatividade. Me poupe. E têm piores, aquele tipo que nem consegue te dizer nada, simplesmente passa a mão pelo seu braço qdo vc cruza com ele no corredor apertadíssimo e mega tumultuado que dá acesso aos banheiros. O que esse tipo espera? Vc mal consegue se mover, está aflita pq sabe que dps de enfrentar o corredor “esmagação” vai ter que esperar pela fila interminável do banheiro feminino, e um bêbado-sem-noção acha que vc vai cair em seus braços pq ele lhe passou a mão. Éca!!!

Por outro lado, qdo um cara tenta chegar de forma mais cortês, mtas mulheres tb perdem o bom senso. O cara chega perto e olha, o tal zóinho de ants, e ela retribui com um olhar assassino, do tipo, sai-de-perto-se-não-eu-te-mato!. Medo. Ou aquele que vem e se apresenta e a menina nem dá chance, solta qq grosseria, mandando o cara para aquele lugar. Insensato.

Nem tanto ao céu, nem tanto à Terra. Em minha opinião, a primeira coisa que temos que ponderar numa balada é que a regra básica é: ninguém é de ninguém. Se vc tá sozinha, mas tem namorado, ou está acompanhada e seu bofe tá no banheiro, o outro cara não tem bola de cristal. Se for assediada nessa situ é pq vc é gostosa minha linda, tá arrasando. Seja educada, explique que é comprometida e que não está interessada. Sei que tem uns tipos que insistem, nesse caso vc é mto gostosa. Parabéns! Bom, se o cara não sabe ouvir um não eu lavo minhas mãos, aqui vale uma palavra grosseira e, em casos mais graves, a mão do seu homem na cara dele. Afinal, td tem limite.

Na real, o que percebo hj é uma banalização do assédio, principalmente na noite. Parece que perdemos a civilidade. Se dois adultos se encontram e têm uma boa impressão um do outro. Legal, pode dar jogo. Se a química bater, quem sabe a noite pode ir mais longe. Mas não é pq vc e ela são solteiros - e querem continuar assim - que a coisa tem que ser vulgar. Um toque de romance, acompanhado de boa educação não faz mal a ninguém.

Longe de mim ser machista, menos ainda moralista, mas acho mais interessante qdo o homem corteja a mulher. Se eu fosse homem e uma mulher me chamasse atenção na balada, eu perguntaria ao garçom o que ela está bebendo e pediria que lhe entregasse o próximo drink por minha conta, juntamente com um bilhete criativo e engraçado. Bom humor é ótimo para quebrar o gelo. Se fizer isso, fique atento à postura dela. O corpo fala. Se ela rasgar o bilhete ou revirar os olhos para cima, esqueça. A vantagem aqui é que vc evita grosserias e perda de tempo.

Porém, percebendo sinal verde, aproxime-se e tenha um bom papo. Se der certo vcs poderão ter uma noite ótima. Nesse caso, no dia seguinte não hesite em lhe enviar uma msg demonstrando o qto vc gostou. Isso não vai transformá-los em um casal e quem sabe até poderão repetir a dose outro dia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vc merece isso

Esse texto é de Chico Xavier, eu gosto tanto dele que tatuei a última frase em minhas costas.
Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento. Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle. Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência. Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, busque o bem e viverás melhor. " Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim ".

sábado, 3 de julho de 2010

Me preparando para nova life

Qtas malas uma mulher precisa pra carregar TODAS as suas roupas, sapatos, acessórios e cosméticos???? Aiii essa minha vida cigana...a vantagem é que a cada mudança eu descubro um monte de coisas que não preciso ou não uso mais. RENOVAÇÃO!!!

Jamais desista

Eu estava no metrô esses dias, com o pensamento longe e compenetrado em meus problemas. De repente me aparece um gurizão entregando um cartão pra cada pessoa, qdo ele se aproximou de mim eu logo perguntei se tinha que pagar. Eu não estava a fim de comprar nada, ele mto gentil disse que pra ler eu não precisava pagar. Peguei o cartão e li, o texto não só me surpreendeu, como me comoveu. Qdo o rapazinho voltou entreguei o dinheiro e fiquei como cartão e novamente ele disse que eu não precisava pagar por ter lido e eu falei que fazia questão de levar o cartão pra casa. Agora divido com vcs esse texto ótimo pra se ler “naqueles dias”. Acho que vcs tb levariam o cartão pra casa.

"Hei vc que está aí, mto triste ou um pouco abatido, já parou para pensar que está assim pq quer?

Às vzs carregamos culpa por não termos aquilo que na verdade não precisamos ter, ou lutar por causas que não valem a batalha.

Na verdade a felicidade quase sempre está em nossa volta, só que ela é tão humilde que às vzs não a vemos, e que os maiores tesouros da vida não são coisas materiais, não importa quão difíceis sejam os problemas, sempre haverá uma solução e, na maioria das vzs, estamos tão próximos dessa solução, e por falta de força de vontade, deixamos de caminhar em sua direção.

Pessoas vêm, pessoas vão, mas o mais importante são as boas lembranças que delas ficam, assim como vc deixou boas lembranças em mtos corações, inclusive no meu, desejo que tenha mtos amigos, desejo que tenha pessoas que te amem ao teu redor e que possa amá-las. Mas se estiver só, desejo que tenha fé suficiente pra lembrar que não importa o que aconteça, Deus jamais te abandonará, para que entenda que, com isso tem td que precisa pra ser feliz e não esqueça, tb do qto eu acredito em ti, agora vá em frente e jamais desista." (por Gilberto Rumayor)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que vcs fizeram com meu cachorro???

Renatinho muito apegado à Bruxo (seu boxer de três anos), despachou-o na bagagem, como é de praxe nos vôos. Chegando ao destino os funcionários da Varig perceberam que o cão estava morto. Desesperados correram até uma Pet Shop e compraram um outro boxer igualzinho ao do passageiro.

Quando Renatinho pegou seu cachorro chamou os funcionários da companhia e perguntou o que eles fizeram com Bruxo. Na hora eles deduziram que ele havia percebido a troca. Dissimulados perguntaram pq da pergunta e se havia algo errado. O dono do cachorro respondeu: “Na verdade queria saber o que vcs fizeram pra ressuscitar o Bruxo, ele estava morto, trouxe ele para ser enterrado aqui.”

ps.: fato verídico

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Sim, eu tive um ataque de loira

Namorado novo, ape novo, pensei: “Vou cozinhar pra ele”. Feliz e orgulhosa de mim mesma, fui ao mercado – lugar antes já freqüentado por mim, contudo apenas para comprar congelados, molhos prontos, miojo, chocolates (muitos) e bebidas em geral (vinhos). Mas desta vez não, desta vez eu cheia de mim entrei na sessão de hortifrutigranjeiros.

Sim, lá estava eu selecionando cebolas. Cebolas de verdade sabe? Não aquelas que já vêm picadas no potinho. Tomates, temperos frescos, pimentões, cenouras, batatas. Tudo muito descascável, itens que demonstravam exigir preparos dedicados para estarem prontos para o consumo. Mas eu estava corajosa e convicta de que as outras pessoas, que também escolhiam aquelas coisas arredondadas, nem notaram que eu era uma cosmopolita adepta de fast-foods e congelados. Eu fazia como eles, pagava vários tomates, com ar de reprovação no olhar, até encontrar o merecedor-que-teria-a-honra-de-entrar-no-saquinho. Aquele saquinho transparente é o pódium do reino vegetal, os escolhidos são “os caras”. Eu saquei a parada!

Já contente com minhas escolhas e me preparando para ir embora, passei em frente a um cesto de laranjas. Pensei, no auge do meu sepuxismo: “Vou fazer um suco de verdade”. Bah, daí sim eu faria uma refeição completa com suco feitinho na hora. Fiquei grandona! Peguei uma fruta e fui até o rapaz atarefado, que pesava e etiquetava os saquinhos cheios, dos clientes saudáveis que formavam uma pequena fila em torno de seu balcão. Bem em frente a ele perguntei: “Moço que tipo de laranja é essa?”. Ele levantou o olhar rapidamente e respondeu ao mesmo tempo em que voltava a sua atividade: “É pêra”.

Puxa, pensei eu, que pena. Fiquei tão frustrada, apalpando a fruta ergui meu rosto decepcionado e disse: “Hum, parece laranja”. Ele levantou o olhar em minha direção novamente, desta vez com mais curiosidade, assim como todas as pessoas da fila. E fez uma cara tipo “do-que-ela-tá-falando”, erguendo a sobrancelha, encolhendo a boca e com um ar interrogativo, assim como todos da fila. Pensei: “ficaram com esse ar de não-entendi-nada, só pq eu confundi, laranja com pêra?...não é um crime tão grave afinal”

Voltei cabisbaixa em direção ao cesto onde havia pego a fruta e no auge da minha tristeza fui recolocando a “pêra” de volta em seu lugar. Em frente ao cesto havia um homem colocando muitas “pêras” em seu saquinho. Bem ao seu lado eu larguei minha poliposishion, mas não contente a peguei de volta e disse em voz alta: “Mas parece laranja”. O homem, que enchia seu saquinho, falou sem parar o que estava fazendo e sem imaginar a importância da revelação bombástica que ia fazer. Ele disse: “Sim, é laranja-pêra”.

Silêncio. Silêncio seguido de cara de “ah ta” com pensamentos questionadores. Como? Pensei como assim? Então aquela fruta sempre foi uma laranja? Nesse tempo todo. Por isso aquelas caras de “qual é a pegadinha?” da galera da fila e o cúmplice deles, o etiquetador. Deve haver algum tipo de senha pra se comunicar com essas pessoas de hortifrutis. Pq ninguém me explicou aquilo antes? Fui embora abatida, ridícula, triste e com a sensação de que não consegui me incluir naquela tribo. Ah, jantamos no Mac.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Aos Meus Amigos - Vera Loca

Composição: Diego Dias Hoje já não somos mais tão magros Nossa memória não é mais a mesma Nosso forte nunca foi a beleza Isso nunca foi problema eu tenho certeza Orgulhosamente seguimos bêbados Orgulhosamente seguimos sonhando Que seremos eternos Nossos filhos serão os jovens E nós os modernos Quem inventou a razão a emoção desconhece Criamos a falsa impressão que só o corpo que cresce Sofremos juntos com a dor dos amigos A amizade é maior do que tudo já diziam os antigos Orgulhosamente seguimos bêbados Orgulhosamente seguimos sonhando Que seremos eternos Nossos filhos serão os jovens E nós os modernos

domingo, 27 de junho de 2010

Promessas Vãs

Qdo me casei pela primeira vz, aos 17 anos, prometi e jurei, diante de um padre, que iria amar, respeitar e viver com aquele homem pelo resto de minha vida, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separasse. Cinco anos depois nos separamos, a tal da morte nem passou perto. O que causou nossa desunião foi uma série de fatores que não estavam na lista de possibilidades no dia do casamento.

A partir daí tive outros relacionamentos, onde mais promessas foram feitas e desfeitas. De ambas as partes. Indignada, comecei a cobrar de quem se aproximava de mim que só me fizesse promessas que poderiam ser cumpridas. E eu, por minha vez, deixei de prometer, preferia o texto “sou livre e independente, quer aceite assim”. Pq qdo avaliava à fundo o teor das possíveis promessas eu enxergava a possibilidade de não conseguir cumpri-las. Então, como a mulher prática que sou, não prometia mais nada à ngm.

Só q isso torna as relações superficiais. Se vc não promete que vai viver como cara pra sempre, que vai lhe ser fiel, que vai amá-lo pelo resto da vida, e ainda, se não jurar que ele é o melhor homem que vc já teve na cama, tem o maior pau e te proporciona os mais intensos orgasmos, ele fica inseguro. Depois fica ciumento e por fim possessivo. A relação se torna uma seqüência de cobranças, seguidas de acordos absurdos. Do tipo: “ok amor, eu não vou mais às jantas com as amigas nas quartas.”; “td bem amor, não usarei mais este vestido curto.”; “blz amor, não irei mais à piscina do clube sozinha, principalmente no dia em que tem futebol no campo ao lado da piscina.”. E por aí vai, vc vai se podando, se tolhendo...até se tornar uma outra pessoa. É como se cada concessão lhe tirasse um pedacinho, e qdo vc fica sem pedaços, quer se reconstruir. E caba mais um relacionamento.

Nesse ponto vc já percebeu que vive um dilema. Pq se dá sua palavra prometendo que vai viver para sempre ao lado dele, e resolve terminar. Ele vai te jogar isso na sua cara. Mesmo que vc argumente dizendo que não suporta mais a falta de atenção dele, como o dia em que ele esqueceu de ir ao jantar que combinaram, no restaurante onde se Qconheceram, no dia do aniversário de namoro. Ou, o total desinteresse dele por sua família - ele nunca quer passar datas festivas com seus pais, enquanto vc se esforça para aturar a mãe superprotetora dele. Tb não suporta mais as insinuações sarcásticas dele em relação ao seu trabalho, tipo: “mais uma viagem de trabalho? É a terceira este ano!”. E, por fim, as constantes traições dele. A gota d’água!

Ms mesmo que vc tenha um livro de argumentos, ele fica surdo. E só o que faz é lhe cobrar, dizer que vc está quebrando a promessa que fez. Vc jurou, prometeu que ia viver com ele pelo resto da vida. Não pode terminar assim. Não tem palavra?

Tentei uma alternativa, ciente de que prometer me obriga a cumprir minha palavra, independentemente da atitude dele, e não-prometer implica num relacionamento inseguro. Decidi prometer, ms declarei quebrada minha promessa diante do comportamento inadequado dele. Não deu certo. Gerou uma mistura de insegurança-com-vc-não-tem-palavra. Pensei que declarando minha quebra de promessa eu teria tipo um “salvo-conduto”. Mas não rola.

Sendo assim, passei a acreditar que tdas as promessas são vãs, e se eu pudesse faria um decreto contra promessas e juramentos. Ms, por outro lado, isso não resolve o problema da insegurança masculina. Então para resolver este paradoxo sugiro que promessas e juramentos só devem ser firmados diante de um contrato, detalhando em cláusulas bem claras em que condições a promessa se estabelece.

Tipo: cláusula primeira: a namorada\esposa fica livre da promessa em caso de ele esquecer constantemente datas comemorativas (isso inclui o presente), implicar com seu trabalho, ficar bêbado e fzr cena de ciúmes na festa de aniversário de seu primo, querer que vc lave a roupa imunda do futebol dele, coisas assim, ah e, é claro, em caso de traição e agressão (verbal e\ou física), eles adoram trair.

Promessas daqui pra frente só diante de contratos. Vou sugerir pra minha amiga advogada pensar nos termos do meu próximo contrato. Pq o que é combinado não é caro.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ração Humana

Ficar mais jovem, com o intestino virado num relóginho e alguns quilos a menos é o sonho de qualquer mulher. Alguns homens tb se interessam por dietas, ms é febre entre elas. Enfim, o fato é q alcançar esses objetivos parece que ficou bem fácil com a "ração humana". A novidade já virou moda, trata-se de uma farinha composta por cerca de dez ingredientes.
Ms especialistas no assunto ainda não chegaram a um consenso sobre o alimento. Alertam sobre alguns contras como o fato de o hipertenso não poder consumir a farinha porque contém guaraná, assim como o diabético não pode ingerir o açúcar mascavo que há nela e o farelo de trigo. Em um ponto todos os especialistas concordam: se optar pela ração humana, não dispense o acompanhamento médico.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Vinho e Sexo

Gentem!!! Olha que TUDOOO.
Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto concluiu que o consumo continuado de vinho tinto ajuda a estabilizar os vasos sanguíneos do tecido eréctil do pênis. As conclusões mostram que isso pode ajudar na protecção da aterosclerose e da disfunção eréctil. Atenção homens: bebam vinho.